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Após a morte de três pessoas, com suspeita de febre maculosa, pesquisadores realizam coleta de carrapatos em áreas que margeiam o Rio Carangola


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Pesquisadores da Secretaria Estadual de Saúde e Instituto Fiocruz, acompanhados de agentes do Núcleo de Vigilância Ambiental de Natividade, iniciaram trabalho de coleta de carrapatos, em duas áreas – Braúna e Tubiacanga – que ficam as margens do Rio Carangola. Nos locais, suspostamente três pessoas que morreram da febre maculosa nas últimas semanas, após terem sido infectadas pelo parasita.
A suspeita é de que as vítimas tenham contraído a doença após pescarem naquele perímetro. De acordo com profissionais de saúde, o material coletado deverá ser enviado a exame laboratorial, que poderá confirmar ou descartar tal hipótese. Os pontos pesquisados são habitados por centenas de capivaras, que povoam as regiões ribeirinhas. Os roedores são um dos principais hospedeiros dos carrapatos.
A TRANSMISSÃO DA DOENÇA:
A bactéria causadora da doença, a Rickettsia rickettsii (riquétsia), pode ser encontrada em capivaras e em carrapatos estrela (Amblyomma cajennense) contaminados, sendo que ambos poderão transmiti-la. Quando uma capivara é infectada, ela se tornará transmissora da bactéria durante 2 a 3 semanas, período chamado de bacteremia. Se um carrapato estrela não contaminado mordê-la, ele será infectado e se tornará também um transmissor da bactéria. Essa contaminação pode ocorrer durante os três estágios de desenvolvimento do carrapato — larva (micuim), ninfa (vermelhinho) e adulto (carrapato estrela).
No caso das fêmeas de carrapato infectadas, ocorrerá a transmissão transovariana: os ovos ficarão contaminados e as larvas já nascerão transmissoras.  A capivara é um hospedeiro habitual de carrapatos estrela: chega-se a encontrar de centenas a milhares desses parasitas em um único animal.
SINTOMAS DA DOENÇA:
A febre maculosa é transmitida aos seres humanos pela picada do carrapato estrela infectado com riquétsia. A doença causa febre, dor muscular, cefaléia e, em 70% dos casos, manchas na pele a partir do terceiro dia após a infecção, podendo haver necrose das extremidades e, nos casos mais graves, levar à morte.
Da redação da Rádio Natividade
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Fonte: Rádio Natividade FM

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